sexta-feira, 29 de abril de 2016

Mistérios - As pegadas do “Demo”


Perto da localidade de Devon, em fevereiro de 1855, uma série de pegadas estranhas apareceu na neve, depois de uma tempestade. Elas tinham a forma de cascos e seguiam em linha reta por um percurso inacreditável de 160 quilómetros, basicamente em linha reta – sem desviar de rios congelados, casas e qualquer outro obstáculo. Seja lá que criatura foi, ela caminhou em linha reta, pelos lados de paredes e telhados. Também surgiram boatos de que uma criatura parecida “com o demónio” havia sido avistada. Os cidadãos armaram-se para enfrentar a criatura, mas não encontraram nada. Recentemente, em março de 2009, marcas como aquelas foram encontradas novamente em Devon – você pode vê-las nas fotos acima.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Música Espiritual Chinesa

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Sangue e Lágrimas - parte 3



O Dr. Scott Rogo, parapsicólogo americano, contou-nos a história do reverendo Robert Lewis, que, no dia da sua ordenação, recordou que a avó — a sua primeira mentora espiritual — chorara de alegria quando ele lhe dissera que queria tornar-se sacerdote. No entanto morrera antes de a ordenação se efectuar e Scott lamentava profundamente não ter podido partilhar essa felicidade com ela. A certa altura, ao olhar de relance para a fotografia da avó que tinha em cima da cómoda, acusou subitamente o colega de lhe ter pregado uma partida.

O amigo, reverendo William Raucher, escreveu mais tarde: «Fui ver o que tanto o perturbava e fiquei estupefacto. A fotografia da avó de Bob encontrava-se completamente ensopada, ao ponto de já haver uma poça debaixo dela. Ao examinarmos a fotografia, reparámos que, por trás do vidro, estava molhada... A parte de trás da moldura, feita de uma imitação de veludo tingido, estava de tal maneira empapada que o tecido ficara às riscas e desbotado. Retirámos a fotografia de dentro da moldura, mas esta não secou normalmente. Quando, por fim, tal aconteceu, a zona em volta do rosto continuou inflada, como se a água tivesse tido origem ali, escorrendo dos olhos.»

Rogo alvitrou que Lewis utilizara inconscientemente uma capacidade telecinética para projectar uma emoção forte no que o rodeava. «Lewis sofreu um minitrauma quando passou nos exames de ordenação», escreveu Rogo. «Era frequente a sua avó chorar de alegria e ele desejara partilhar a sua alegria com ela, queria vê-la chorar de felicidade, portanto, serviu-se da sua capacidade psíquica para desencadear o acontecido.»

Rogo adiantou ainda que não se tratava do poder bizarro de um indivíduo, mas sim do facto de todos nós podermos ser senhores desta capacidade para provocar transformações dogmáticas no que nos rodeia, projectando de dentro de nós emoções fortemente sentidas ou reprimidas. Este tipo de projecção paranormal, na qual os acontecimentos estão ligados às tensões espirituais ou psicológicas dos envolvidos, assume duas formas clássicas: os fenómenos inquestionavelmente religiosos e as perturbações conhecidas por actividade poltergeist. Em ambos os casos, os teóricos contemporâneos relacionam o desencadear de actividade ou a manifestação súbita de fenómenos com alguma crise interior. Essa crise pode assumir muitas formas, tais como o despontar da puberdade, e as complicações físicas e emocionais que lhe estão associadas, ou a pressão crescente de doenças, frustrações e desajustamentos.

Para quem tem fé, o aparecimento súbito de sangue ou lágrimas constitui um milagre; para outros, no entanto, é indício de uma forma de histeria, ou seja, o subconsciente encena esses acontecimentos aparentemente místicos para quebrar um círculo vicioso de depressão e autocomiseração. Não há dúvida de que muitos dos que têm o azar de se tornar foco de fenómenos poltergeist apresentam indícios de ter sofrido traumas, crises ou alterações importantes. 

Quando Mary Jobson, vitima de poltergeist com treze anos, apareceu com manchas desprovidas de sensibilidade na pele e com edemas, teve convulsões, a mobília do quarto moveu-se e ouviu-se música e vozes, assim como pancadas na parede. Houve mesmo ocasiões em que caíram grandes quantidades de água no chão, vindas não se sabe de onde.

Que estes fenómenos ocorrem não restam dúvidas, no entanto, só podemos calcular o como ou o porquê. Os factos sugerem o transporte telecinético de líquidos, mas de onde eles provêm continua a ser um mistério até hoje. Igualmente estranha é a diferença entre determinados tipos de projecção paranormal e a maneira como são afectados os indivíduos perturbados por elas. Tal como o Dr. Nandor Fodor, investigador, observou, «o tipo de êxtase que as Nossas Senhoras que choram provoca transmite ânimo, enquanto o poltergeist assusta e destrói irracionalmente».


Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited
Círculo de Leitores

sábado, 23 de abril de 2016

Segredos da NASA - Série 2 - Episódio 8

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Segredos da NASA - Série 2 - Episódio 7

terça-feira, 19 de abril de 2016

Mistérios - Alien bebé encontrado por agricultor mexicano


Uma TV mexicana revelou uma história quase inacreditável em maio de 2007. Tratava-se de um bebé ‘alien’ que foi encontrado vivo por um agricultor no México, de acordo com as notícias de Bild.com. No entanto, após a descoberta o agricultor afogou-se misteriosamente numa vala.
É um alien real ou apenas um embuste elaborado para explicar a misteriosa morte? Os testes revelaram que, embora ele tenha algumas articulações semelhantes aos seres humanos, o seu esqueleto tem características de um lagarto e os seus dentes não têm raízes como seres humanos. O outro agricultor, que encontrou o bebé alien, matou-o por afogamento referindo que teve que segurá-lo debaixo de água várias horas.
De acordo com o relatório da Bild.com existem avistamentos de OVNIs e frequentes relatos de círculos em plantações na área onde a criatura foi encontrada. Talvez tenha sido deixado para trás.

Informação retirada daqui

domingo, 17 de abril de 2016

Música Indiana em Flauta de Bambu

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Sangue e Lágrimas - parte 2



Na primeira semana, cerca de quatro mil pessoas passaram pelo apartamento de Pagora Catsounis, a fim de verem o milagre e orarem, enquanto as lágrimas caíam incessantemente. Depois o quadro foi transferido para a Igreja de S. Paulo. Foi então que apareceu uma outra Nossa Senhora a chorar na família. Pertencia a Antonia Koulis, tia de Pagora Catsounis. As circunstâncias levantaram algumas dúvidas, no entanto, o fenómeno foi certificado pelo próprio arcebispo. Consta que a imagem chorava copiosamente e que, quando o padre Papadeas deixou os jornalistas pegarem no quadro, este ainda estava húmido. Foram retiradas amostras do líquido para análise, concluindo-se então que não se tratava de lágrimas humanas. Esta imagem, à semelhança da anterior, também foi colocada num relicário da Igreja de S. Paulo. Antónia Koulis recebeu outra em sua substituição e também esta começou a chorar. Foi então que Raymond Bayless iniciou as suas investigações, como é referido na revista Fate de Março de 1966.

Um exame feito de perto à superfície da pintura revelou manchas por baixo dos olhos, formadas por partículas cristalizadas de algo semelhante a soro. As acumulações, depois de secas, não caíram. Quando Bayless examinou a imagem pela segunda vez, estas «lágrimas» continuavam no mesmo sítio, e não encontrou orifícios de qualquer tipo por onde pudesse ter sido introduzido líquido na zona central do quadro. Bayless declarou: «Durante a nossa primeira visita, uma mulher que fazia de intérprete gritou, de repente, que uma nova lágrima estava a cair de um dos olhos. Olhei de imediato, mas confesso que não vi absolutamente nada. Alguns dos curiosos e dos devotos ficaram convencidos de que tinham visto lágrimas a deslizar pela face da imagem e¬quanto eu e o meu amigo nos encontrávamos presentes. Por outro lado, ficámos os dois convencidos, devido à nossa observação meticulosa, de que a lágrima não era líquida nem flutuou ou desceu uma fracção de milímetro sequer.»

O caso da estatueta que sangrava de Anne Poore é completamente diferente. Quando Anne recuperou do choque ao testemunhar este sangramento repentino, colocou a estatueta no centro de um santuário que mandou construir no alpendre da frente de sua casa onde muita gente a ia ver. Nas sextas-feiras e nos dias santos, o fluxo de sangue era particularmente intenso, escorrendo numa cadência cíclica, que fazia lembrar os sangramentos regulares de alguns estigmatizados. 

A estatueta acabou por ser levada para a Igreja Episcopal de S. Lucas, em Eddystone, na Pensilvânia, e instalada sobre uma plataforma três metros acima do altar. O padre Chester Olszewski, pastor daquela igreja, relatou: «.A. imagem sangrou durante quatro horas. Tenho a certeza de que não pode haver qualquer truque. Vi as palmas secas e minutos depois reparei que saíam gotículas de sangue das chagas... 

Parece incrível, mas o sangue raramente escorre pela estatueta. As suas vestes estão agora cobertas de sangue seco.» Outro sacerdote, o padre Henry Lovett, disse que foi vê-la cheio de cepticismo e voltou convencido de que se tratava de um milagre. «Eu mesmo tirei as mãos da estatueta, que estão presas por cavilhas de madeira, e examinei-as. Eram de gesso sólido. O certo é que a imagem sangrou profusamente diante dos meus olhos.»

Neste caso não restam dúvidas de que um líquido semelhante a sangue fluiu misteriosamente das chagas de Cristo da estatueta. Mas seria realmente sangue? O Dr. Joseph Rovito, conceituado médico de Filadélfia, conduziu pessoalmente uma investigação sobre este assunto. Os raios X não revelaram o menor sinal de reservatório ou de qualquer outro mecanismo ardiloso oculto na estatueta, mas os exames feitos ao sangue já não foram tão conclusivos, pois, apesar de identificado como humano, a contagem baixa de glóbulos vermelhos era curiosa e indicava uma idade avançada. Por outro lado, o facto de o sangue percorrer uma determinada distância antes de coagular indicava que era razoavelmente fresco, porém, o sangue fresco contém milhões de glóbulos vermelhos, ao contrário do que sucedia com o sangue examinado. Assim, o padre Lovett, tal como outros católicos, concluíram imediatamente que se tratava do sangue de Cristo.

Estas estatuetas tornam-se, quase sempre, objecto de culto, portanto, há a tendência para que o aparecimento misterioso de líquidos nas mesmas ou nas suas imediações seja interpretado num contexto religioso. No entanto, fora deste contexto, existem relatos quase idênticos de uma série de fenómenos do mesmo tipo: tumbas que sangram, por exemplo, manchas de sangue, persistentemente húmidas ou recorrentes, nalgumas casas assombradas (indícios, talvez, de algum assassino lendário) ou a emissão constante de substâncias tais como óleos de cor clara ou fluidos semelhantes a sangue, que parecem vir de relíquias de alguns santos.

Uma vez confirmada a não existência de truques e explicações de tipo natural, como a condensação, e tendo-se determinado que o fluxo de sangue não provém do interior da estatueta, só resta aceitar que o líquido aparece na superfície do objecto, ali se materializando de uma proveniência desconhecida, através do fenómeno misterioso da telecinese. 

Essa é, provavelmente, a mesma explicação a dar para o aparecimento de lágrimas em estatuetas e ícones. No entanto, estes líquidos não surgem ao acaso, pelo contrário, são notoriamente coerentes, pois limitam-se a locais onde tanto a fé como a lenda nos levam a esperar acontecimentos milagrosos. Este aspecto ainda é mais marcante na associação entre o sangramento e imagens de Cristo e entre as lágrimas e imagens da Virgem Maria. Esta associação regular sugere três possibilidades: que a força telecinética é criada por uma inteligência desconhecida, que ela actua automaticamente, em resposta a imagens especialmente poderosas na mente humana, ou então a um nível instintivo ou inconsciente.

Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited
Círculo de Leitores

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Segredos da NASA - Série 2 - Episódio 6

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Segredos da NASA - Série 2 - Episódio 5

sábado, 9 de abril de 2016

Mistérios - Felicia Felix-Mentor


Felicia morreu em 1907, depois de contrair uma doença que, segundo os habitantes do Haiti, transforma as pessoas em zombies. Em 1936, uma mulher nua (ou com roupas rasgadas, dependendo da fonte) foi encontrada andando sem rumo nas ruas, quando finalmente tomou o caminho de uma fazenda que ela dizia pertencer ao seu pai. Quando ela chegou lá, o seu marido reconheceu-a e, por causa da sua saúde, ela foi levada para umhospital. O médico que a tratou diz que seu comportamento era muito estranho: ela ria sem emoção e sem motivo, falava de si mesma na terceira pessoa, havia perdido o senso de tempo e não se importava com as coisas em volta dela. Seria Felicia um zombie?

Informação retirada daqui






quinta-feira, 7 de abril de 2016

Visita ao Nepal

terça-feira, 5 de abril de 2016

Sangue e Lágrimas - parte 1


Poderá uma estatueta de Cristo em gesso  verter sangue de verdade ou uma imagem de  Nossa Senhora chorar? Estes fenómenos têm  sido registados várias vezes, continuando a  inspirar — e também a espantar — muitas  pessoas nos tempos que correm.

Certo dia, corria o mês de Abril de 1975, pouco depois da Páscoa, Anne Poore, de Boothwyn, na Pensilvânia, EUA, estava a rezar por aqueles que se tinham afastado da Igreja. Encontrava-se ajoelhada em frente de uma estátua de Jesus em gesso com cerca de sessenta e seis centímetros de altura que lhe fora oferecida por uma amiga no ano anterior. «De repente ergui os olhos para a estátua», relatou mais tarde aos jornalistas, «e o meu coração parou de bater. Nas chagas abertas no gesso da palma das mãos tinham aparecido duas gotas de sangue vivo. 

Fiquei aterrorizada. Não tinha dúvida de que era sangue de verdade. A partir daí já vi escorrer sangue da estatueta muitas vezes.» Hoje em dia está na moda não acreditar em semelhantes coisas ou, antes, preferir pensar que tais ocorrências não acontecem. A mente fechada ou temerosa refugia-se, muitas vezes, por trás de uma racionalidade exacerbada. Para estes cépticos inabaláveis, as histórias ligadas a objectos de culto religioso vistos a derramar lágrimas ou a verter sangue não passam de indícios da sobrevivência deplorável de crenças primitivas e supersticiosas numa era dominada pela ciência. No entanto, existem .dados que provam que esses fenómenos acontecem ocasionalmente, como as histórias que irão ler a seguir demonstram.

Nos anos 50, o Dr. Piero Casoli, médico italiano, estudou longamente as Nossas Senhoras que choravam. Não havia falta delas, pois, como concluiu, só em Itália tal acontecia, em média, duas por ano. E os registos do Fortean Times britânico mostravam que esse tipo de ocorrência fora detectado ao longo da história moderna, segundo relatos recebidos de todo o mundo. Em 1527, por exemplo, uma estatueta de Cristo, em Roma, chorou copiosamente, o que foi considerado um presságio para a decadência daquela cidade. Em Julho de 1966, um crucifixo pertencente a Alfred Bolton, de Walthamstow, derramou lágrimas pelo menos em trinta ocasiões. Em Dezembro de 1960, de uma estatueta existente na Igreja Ortodoxa de Tarpon Springs, na Florida, escorreram «pequenas lágrimas». Em Janeiro de 1981, uma estatueta da Virgem Maria em Caltanisetta, na Sicília — da qual se dizia ter chorado em 1974 —, começou a sangrar na face direita.

Perante tais ocorrências aparentemente «impossíveis», somos levados a fazer a seguinte pergunta racional: estas histórias não serão apenas «alucinações colectivas»? De facto, existem registos de pessoas reunidas em torno de uma imagem religiosa com fama de chorar ou sangrar antecipadamente entusiasmadas pelos boatos e que, possivelmente, «viram» o milagre assim que a pessoa mais sugestionável gritou: «Olhem, a Virgem está a chorar!»

Raymond Bayless, investigador psíquico americano, foi uma das pessoas a viver precisamente uma dessas situações. O fenómeno teve início na tarde de 16 de Março de 1960, quando uma imagem pintada da Virgem Maria Abençoada começou a verter lágrimas por trás do vidro que a resguardava. O objecto pertencia a Pagora Catsounis, de Nova Iorque, que telefonou de imediato ao seu consultor espiritual, o padre George Papadeas, da Igreja Ortodoxa de S. Paulo, em Hempstead. Este contou: «Quando cheguei, havia uma lágrima a secar sob o olho esquerdo. Depois, pouco antes de as nossas orações terminarem, vi uma outra dentro da mesma vista. Começou com um pequeno glóbulo redondo e húmido a despontar ao canto do olho, antes de deslizar lentamente pela face.» O diminuto fio, fino mas constante, não ficou retido no fundo da moldura, como seria de esperar, dando a impressão de desaparecer antes de poder formar uma pequena poça.


Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited
Círculo de Leitores

domingo, 3 de abril de 2016

Segredos da NASA - Série 2 - Episódio 4

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Os Mistérios da Area 51 - Invasão Extraterrestre

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