quinta-feira, 31 de março de 2016

Mistérios da Humanidade - Construções da Antiguidade

terça-feira, 29 de março de 2016

Mistérios - SS Ourang Medan


Em fevereiro de 1948 o barco holandês SS Ourang Medan, que navegava as águas da Indonésia, mandou um recado aterrorizante para todos os navios que conseguiam captar suas mensagens. A mensagem era “Todos os oficiais e o capitão estão mortos na ponte e na sala de mapas. Possivelmente toda a tripulação está morta”. Essa mensagem foi seguida por um código Morse indescritível que, depois, foi seguido pelas seguintes palavras: “eu morro”. Quando o primeiro barco de resgate se aproximou do SS Ourang Medan, eles viram que não havia movimentação no navio e mandaram uma equipa para lá. O que eles viram foi aterrorizante: toda a tripulação estava morta, com os olhos arregalados voltados para o Sol, com os braços esticados e com uma expressão de horror congelada em suas faces. A equipe de resgate decidiu rebocar o SS Ourang Medan até o porto mais próximo, mas antes que eles pudessem fazer isso o navio explodiu e depois afundou. Até hoje ninguém sabe o que houve. 

Informação retirada daqui

domingo, 27 de março de 2016

Música de Meditação Tibetana

sexta-feira, 25 de março de 2016

Jornadas Espirituais- parte 3


Não foi o que aconteceu. Ao afastar-me da janela e começar a descer em direcção ao relvado, passei por uma das experiências mais extraordinárias da minha vida. Senti duas mãos segurarem na minha cabeça, uma sobre cada ouvido, e levarem-me (ainda em estado de catalepsia) de volta ao meu quarto e ao meu corpo. Não ouvi o menor som nem vi absolutamente nada.

As experiências que descrevi tiveram lugar nos anos 50. Depois disso, já aprendi muito. Primeiro, diria que ficarmos deitados de costas na nossa cama e concentrarmo-nos em determinada ideia é uma maneira capaz de produzir um transe auto-hipnótico. Não tenho a menor dúvida de que entro em transe. Segundo, enquanto esperava   consequentemente, auto sugestionando-me — que a minha experiência fosse como a descrita no livro, entrei em estado cataléptico. Creio que, se não contasse com isso, provavelmente tal não teria acontecido. Terceiro, como esperava flutuar para cima, foi o que aconteceu.

Outras pessoas que tentam este tipo de experiência com ideias diferentes sobre o que lhes acontecerá não entram em estado cataléptico e às vezes «saem do corpo» horizontalmente, pela cabeça ou de lado. Para obter esse efeito, muitas vezes basta uma fixação sobre uma questão bem definida e um transe suficientemente profundo para a pessoa se movimentar, num corpo subtil, até outras zonas do mundo físico, de perto ou à distância. 

Muitas pessoas conseguem mesmo passar por uma EEC em resultado de sugestão sob hipnose. Portanto, será que elas vêem o mundo físico vulgar? Como não podem servir-se dos seus olhos físicos, é claro que a resposta será «não». Então, o que é que sentem? Tudo indicaria que aquilo por que passam é uma reconstrução dramatizada de uma lembrança do mundo físico: poderá ser alguma outra coisa? 

Às vezes acontece, porém, que o mundo visto através de uma EEC não apresenta grandes parecenças com a realidade. Poderá ter adições simbólicas, tais como barras nas janelas, para evitar a fuga. Certos objectos também poderão emitir uma espécie de luminosidade. Muldoon chega mesmo a sugerir que é possível despertar, projectado, de um sonho vulgar, quando se observa uma incongruência no que está em volta — por exemplo, reparando que as pedras do pavimento não têm as arestas compridas na direcção correcta.

Um dos casos mais importantes de uma projecção «normal» para um «mundo físico em duplicado» envolveu Eileen Garrett, psíquica famosa. Esta descreveu na sua autobiografia como projectou a sua «dupla» de um quarto em Nova Iorque para um lugar na Terra Nova, a casa do médico que concebera a experiência. Ela conseguia «ver», escreveu, o mar, as flores e a casa, sentir o cheiro a maresia no ar e ouvir os pássaros. Ao entrar na casa, ainda perfeitamente consciente de que o seu corpo permanecera deitado no quarto em Nova Iorque e capaz de falar com os observadores que lá tinham ficado a assistir, viu o médico a descer as escadas e a entrar no seu gabinete. 

Outra pessoa que passava regularmente por experiências de EEC foi Robert Monroe, homem de negócios americano. Uma experiência especialmente importante incluiu a sua projecção para o sítio (que não conhecia) onde estava uma mulher sua amiga, a quem encontrou a falar com duas raparigas. Descobriu que foi capaz de chamar a sua atenção e ela disse-lhe («mentalmente») que sabia da sua presença, continuando, ainda assim, a conversar. Deu-lhe um beliscão na zona da cintura, convencido de que ela não sentiria nada, mas, para sua surpresa, ouviu-a soltar um grito.

Depois da experiência, quando a mulher voltou a casa, Monroe perguntou-lhe («normalmente») o que estivera a fazer na altura da sua projecção. Ela descreveu a cena com as raparigas, porém, não se recordava minimamente da «visita» dele. Exasperado, Monroe insistiu: «Não sentiste o beliscão?» Ela, francamente surpreendida, respondeu que sim. Monroe tinha a sensação, de que, de vez em quando, se tornava, em parte ou na totalidade, «outra pessoa». É interessante notar que este relato difere dos que apresentam muitas outras pessoas que passaram por experiências deste tipo, referindo estarem conscientes tanto da forma projectada como do corpo físico em repouso, chegando mesmo, por vezes, a gerar-se discussões entre os dois.

Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited


Círculo de Leitores

quarta-feira, 23 de março de 2016

Segredos da NASA - Série 2 - Episódio 3

segunda-feira, 21 de março de 2016

Documentário Mistérios Inexplicados

sábado, 19 de março de 2016

Mistérios - As misteriosas esferas metálicas do Brasil


Nas florestas do norte do Brasil, os nativos dizem ver muitas esferas metálicas misteriosas, que emitem um leve zumbido e que, por vezes, as perseguem pelas ruas. Quando vistas, elas emitem luz e, elas não só são de procedência desconhecida, como testemunhas afirmam que elas são letais. As pessoas expostas a elas sofrem de dores dias a fio e algumas que são atingidas pelos raios de luz morrem instantaneamente.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 17 de março de 2016

Índia Espiritual

terça-feira, 15 de março de 2016

Jornadas Espirituais - parte 2



Durante um mês tentei estes métodos todas as noites, durante uma hora, ao ir dormir. Até que, finalmente, fui bem-sucedido! O primeiro indício foi, tal como o livro dizia, ficar em estado cataléptico, incapaz de mover qualquer músculo. 

Tratava-se do que Muldoon e Carrington tinham classificado como o «precursor normal para a experiência». Recorri à minha força de vontade — se calhar foi imaginação minha — para me pôr a flutuar para o alto e a experiência foi francamente fascinante. Tive a sensação de estar enterrado no fundo lamacento de um rio e de a água começar a infiltrar-se aos poucos na terra, reduzindo a sua viscosidade até, a certa altura, me empurrar para cima.

Flutuei lentamente até acima, ainda em estado cataléptico, qual veículo aéreo liberto das suas amarras. Cheguei ao tecto e passei através dele, atravessando a escuridão do espaço do telhado. Continuei a subir e, depois de passar as telhas, comecei a ver o céu, as nuvens e a Lua. À medida que a minha «vontade» (ou «imaginação») aumentava, a minha velocidade de ascensão aumentava também. Conservo até hoje a lembrança do vento a assobiar-me por entre os cabelos.

Não tive a menor quebra de consciência desde o momento em que me deitei até que cheguei àquela altura do céu. A certa altura tudo se desvaneceu e dei comigo de novo na cama. Tomei imediatamente notas completas e pormenorizadas da minha experiência, recordando-me de que já lera o relato de um escritor francês chamado Yram descrevendo experiências do mesmo género sobre uma viagem pelo céu.

Reflectindo sobre o assunto, pareceu-me uma experiência sem qualquer préstimo. Qualquer pessoa sensível diria que não passou tudo de um sonho. Resolvi, portanto, que da próxima vez seria diferente. E não há dúvida de que foi! 

O livro afiançava que a catalepsia desapareceria quando a projecção do corpo ultrapassasse o «raio de acção da corda», deixando, assim, o projectado livre para se movimentar. «Raio de alcance da corda» significava, segundo Muldoon, que a distância do corpo era suficientemente grande para reduzir a «corda de prata» que ligava os corpos físico e astral do indivíduo a um filamento ténue. 

As «forças vitais» (sejam elas quais forem) transmitidas através do mesmo diminuiriam consideravelmente e a catalepsia desapareceria. Assim sendo, seria possível passear pela cidade, ver uma montra que até então havia passado despercebida, memorizar o conteúdo, voltar ao corpo, tomar nota de tudo e verificar cuidadosamente se a descrição condizia no dia seguinte.

Se isto resultasse, ninguém poderia voltar a afirmar que não passara tudo de um sonho, principalmente se a descrição dos objectos fosse entregue antes da verificação. E, ainda melhor, se a montra a ser «astralmente» visitada fosse previamente escolhida por outrem. Portanto, voltei a tentar. 

Desta feita só precisei de três ou quatro noites para repetir a projecção. Contudo, dessa vez sustive a ascensão vertical ao chegar ao tecto e mudei de direcção. Ainda cataléptico, flutuei horizontalmente, de pés para a frente, em direcção à janela do quarto do primeiro andar. Atravessei, flutuando suavemente, o caixilho da parte superior da janela e, descrevendo uma pequena parábola, pousei no relvado. Aí, segundo as minhas expectativas, estaria fora do «alcance de actividade da corda» e o verdadeiro trabalho de reunir provas poderia então começar.

Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited


Círculo de Leitores

domingo, 13 de março de 2016

Segredos da NASA - Série 2 - Episódio 2

sexta-feira, 11 de março de 2016

Arquivos Extraterrestre Ovnis na China

quarta-feira, 9 de março de 2016

Mistérios - Gef


Em setembro de 1931 a família Irwing (James, Margaret e a filha deles, Voirrey, de 13 anos) disse ter ouvido barulhos estranhos vindos do chão de madeira de sua casa. Primeiro eles acharam que era um rato ou algo do género, mas os sons começaram a ficar mais estranhos, como se fosse o choro de um bebé. Eles descobriram, por fim, uma criatura que era do tamanho de um rato, com um pêlo amarelado e uma cauda peluda (pikachu?). A criatura sabia falar e apresentou-se como um “mangusto, nascido em Nova Déli, na Índia em 1852 chamado Gef”. Voirrey teria acolhido Gef – e até sua morte, em 2005, ela afirmou que o mangusto não foi uma invenção sua.

Informação retirada daqui

segunda-feira, 7 de março de 2016

Música de Flauta Indiana

sábado, 5 de março de 2016

Jornadas Espirituais - parte 1


Será realmente possível abandonar o corpo e  empreender uma viagem espiritual? O Prof:  Arthur Ellison realizou várias experiências  pessoais em viagens astrais, como se descreve  a seguir.

É comum pensar-se que, se uma pessoa passa por uma experiência extracorpórea — uma EEC -, não restam dúvidas acerca da sobrevivência após a morte e que, de facto, uma EEC é uma espécie de minimorte, porém, com a opção de se regressar depois ao corpo. A literatura religiosa contém, realmente, algumas passagens que parecem confirmar a semelhança entre a morte e as EEC. 

Na verdade, a Bíblia tem partes que podem ser interpretadas no sentido de descreverem a morte como o quebrar de uma corda de prata que une o «outro» corpo ao corpo físico. Por exemplo, podemos encontrar nos Eclesiásticos a seguinte passagem: «Recordai também o vosso Criador nos tempos da vossa juventude, antes da chegada dos dias maléficos... antes que a corda de prata se parta ou a taça dourada se quebre.»

Os escritores «psíquicos» pioneiros dos séculos XIX e XX basearam-se em referências do género, assim como em passagens semelhantes encontradas em velhos escritos hindus, como o Upanishads, para fortalecer a descrição das suas próprias EEC. Estas incluíam frequente-mente a existência da alma noutro corpo feito não se sabe de que matéria misteriosa, até agora desconhecida da ciência ocidental, que se destacava do corpo físico e partia para longe dele.

Até há poucos anos, eu próprio acreditava que uma EEC seria uma experiência de grande importância, em que talvez fosse possível ver familiares falecidos, conversar com eles e trazer connosco informações que pudessem ser confirmadas. Tudo isto representaria uma ajuda enorme e teria um significado extraordinário para res¬ponder à velha questão de haver, ou não, vida após a morte. Foi com este objectivo que tentei, muito seriamente e através de vários processos, experimentar uma EEC.

S. Muldoon e H. Carrington escreveram um livro, A Projecção do Corpo Astral, onde referem uma série de métodos diferentes para induzir uma «projecção astral», como chamavam então às EEC. Todos os procedimentos requerem que a pessoa se deite de costas na sua cama, utilizando depois a força de vontade e a imaginação de várias maneiras. 

O princípio seria a libertação do corpo físico em favor do astral através de, por exemplo, a pessoa se imaginar no corpo astral, girando conscientemente em torno de um eixo da cabeça aos pés, observando primeiro o tecto, depois a parede, a seguir o chão e a outra parede. (Experimentem, e verão que não é tão fácil como parece.)

Outros métodos aconselham-no a imaginar-se a subir num elevador na altura de dormir, dizendo a si próprio que, em determinada altura do sonho, acordará em plena projecção astral. Um terceiro método requer que se vá para a cama com muita sede e que se imagine a ir beber água à torneira da cozinha, pré-programando-se para acordar, ao chegar junto da torneira, numa projecção astral.

Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited
Círculo de Leitores

quinta-feira, 3 de março de 2016

Segredos da NASA - Série 2 - Episódio 1

terça-feira, 1 de março de 2016

Registo Secreto - OVNIS

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