domingo, 31 de janeiro de 2016

Mistérios - Imagens de Aliens aparecem numa parede do Canadá


De acordo com a comunicação social, duas inexplicáveis imagens de aliens apareceram numa parede numa cidade do sul do Canadá. 
Caron, uma habitante local, foi a primeira a ver o evento, e percebeu que as imagens eram muito parecidos com os extraterrestres. Avisou a imprensa e o resto vocês devem imaginar…

Informação retirada daqui

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Mistérios - A “frota fantasma” na costa de Singapura


De acordo com o Daily Mail do Reino Unido, a “frota fantasma” uma enorme e misteriosa tinha aparecido na costa de Singapura. O número de navios é maior do que a soma dos navios dos EUA e da marinha britânica. No entanto, não havia qualquer pessoas ou carga nos navios. Alguns arriscam uma explicação e dizem que eles foram deixados aqui por agências de navegação à falência em crise económica global.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Música Celestial para o Espirito

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Quando os peixes caíram do céu como chuva - parte 3



Provavelmente ainda mais extraordinário é o caso de Essen, na Alemanha. Corria o ano de 1896 quando uma carpa envolta em gelo caiu do céu durante uma tempestade. Neste caso, o peixe deve ter sido mantido no alto por correntes verticais o tempo suficiente para se transformar no núcleo de uma pedra de granizo do tamanho de um ovo. No que se refere à queda de outros animais e insectos, nota-se uma tendência para que o fenómeno só se verifique com indivíduos da mesma espécie. Já em relação à chuva de peixes, os factos apontam para quedas igualmente divididas entre só uma e várias espécies. Já se chegou, por exemplo, a identificar seis espécies diferentes numa única precipitação, o que fortalece a hipótese de o fenómeno ser causado por uma tromba-d'água formada ao acaso sobre mares e lagos.

A queda de espécies únicas apresenta muitos problemas. Na que ocorreu na montanha Ash, em Gla-morganshire, por exemplo, foram encontrados muitos peixes-espinho, no meio dos quais se viam apenas alguns vairões. Os peixes-espinho vivem em correntes de água doce e não formam cardumes, portanto, como é que um furacão conseguiu reunir tão grande quantidade de tal espécie fluvial numa única fonte e depositá-la por inteiro num só sítio? São dúvidas que também se levantam em relação a outros casos de chuva de peixes envolvendo apenas uma espécie.

Outro aspecto curioso é a ausência de quaisquer detritos junto com os peixes. É de esperar que objectos apanhados pelas correntes de um furacão sejam projectados para sítios e distâncias diferentes, de acordo com a respectiva massa, tamanho ou formato. Contrariando esta lógica, no entanto, as chuvas de peixes englobam muitas vezes tamanhos muito diversificados de espécimes. Em Feridpoor, na índia, por exemplo, em 1830 caíram dois tipos de peixes, um maior e mais pesado do que o outro. O mesmo aconteceu a 12 de Agosto de 1968 em vários jardins de Harlow, em Essex, com peixes cujo tamanho mediava entre quinze e trinta e nove centímetros, segundo os jornais do dia seguinte.

Charles Fort, que tem passado a vida a coleccionar relatos de fenómenos estranhos, sugeriu que a queda de peixes talvez se deva ao que denomina «teleportação», uma força capaz de transportar objectos de um lado para o outro sem estes atravessarem a distância existente. 
Tal força, segundo Fort, já esteve mais activa do que agora e hoje não passa de uma sombra frágil e errante da sua forma anterior. Este agente faz com que o peixe seja arrancado de determinado sítio onde é abundante e levado para algures no céu, de onde depois cai. Por vezes esse ponto não se encontra a grande altura do solo, o que pode explicar o facto de o peixe estar, muitas vezes, vivo. Noutras ocasiões o peixe está muito perto do solo, daí ser encontrado no chão depois de um temporal. Fort sugere ainda que a queda de peixes pode resultar de algum lago recém-formado que «vibra devido à sua necessidade de peixe».

Há ainda o caso do major Cox, por exemplo, um escritor muito conhecido em Inglaterra depois da Primeira Guerra Mundial. Cox, num artigo publicado a 6 de Outubro de 1921 no Daily Mail, contou que o lago que tinha na sua propriedade do Sussex fora esvaziado, tendo-lhe sido retirada a lama. A seguir ficou cinco meses a secar, antes de voltarem a enchê-lo de água, em Novembro de 1920. No mês de Maio seguinte, Cox ficou perplexo ao descobrir que o lago se encontrava fervilhante de tencas.

A maioria das chuvas de peixe verifica-se durante grandes temporais, daí que a teoria dos furacões pareça a mais plausível e aceitável. Porém, se analisarmos a série de casos comunicados, vemos que muitas ocorreram com o céu limpo de nuvens e sem qualquer registo de ventos fortes. No presente, a única explicação racional em termos de causas conhecidas parece ser a teoria dos furacões. Mas isto não explica todos os casos conheci¬dos. Deve, certamente, haver alguma outra força em acção.

Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited
Círculo de Leitores

sábado, 23 de janeiro de 2016

Segredos da NASA - Episódio 3

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Mistérios Bizarros - Incidente de Passo Dyatlov


Nove esquiadores russos, liderados por Igor Dyatlov, numa expedição ao norte dos Montes Urais foram encontrados mortos em fevereiro de 1959 em circunstâncias assustadoras e inexplicáveis.

As barracas de dormir foram rasgadas de dentro para fora e muitos dos montanhistas tentaram fugir a pé, mesmo enfrentando um forte nevão. Crânios fraturados e costelas partidas acredita-se que foram causados por uma força muito maior que a humana. Também foram encontrados níveis massivos de radioatividade nas roupas das vítimas. O que teria causado tudo isso?

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Mistérios - UVB-76




UVB-76 é uma estação de rádio de ondas curtas, que geralmente transmite na frequência de 4625 kHz. É conhecida entre os ouvintes de rádio pelo apelido de The Buzzer. Ela possui um pequeno e monótono sinal, repetindo-se a uma taxa aproximada de 25 tons por minuto, durante 24 horas por dia. A estação tem sido observada desde cerca de 1982. Em raras ocasiões, o sinal de alarme é interrompido e uma transmissão de voz em russo ocorre. Apenas três ou quatro eventos desse tipo foram notados desde 1982. Há muita especulação, no entanto, o verdadeiro objetivo desta estação ainda é desconhecido.
A estação transmite um som vibrante, que dura 0,8 segundo, pausando por 1-1,3 segundos, e repetindo-se 21-34 vezes por minuto. Um minuto antes de cada hora, o tom de repetição é substituído por um tom contínuo, que continua por um minuto até que o tom de repetição volte a tocar. Entre as 07:00 e 07:50 GMT, a estação transmite com baixo consumo de energia, quando a manutenção do transmissor aparentemente ocorre.
A UVB-76 era transmitida pelo menos desde 1982 como repetitivo “pip” de dois segundos, mudando para uma campainha no início de 1990. Ela foi alterada brevemente para um tom mais alto e de maior duração (cerca de 20 tons por minuto) em 16 de janeiro de 2003, embora o este som tenha sido revertido para o padrão de tom anterior. Frequentemente, conversas distantes e outros ruídos de fundo podem ser ouvidos pela estação: isso sugere que o dispositivo é movimentado por trás de um microfone ao vivo e constantemente aberto (em vez de uma gravação de som ou automatizada sendo alimentada através de equipamentos de reprodução) ou que um microfone pode ter sido ligado acidentalmente. Uma dessas ocasiões foi em 3 de novembro de 2001, quando uma conversa em russo foi ouvida: (“Eu sou o 143º. Eu não recebo o oscilador (gerador). ” “Isso é o que a sala de operações está emitindo.” ou “Essas são as ordens de operações.”)

Informação retirada daqui

domingo, 17 de janeiro de 2016

Música Reiki - Energia para o Coração Corazón

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Quando os peixes caíram do céu como chuva - parte 2


Um certo Ron Spencer, do Lancashire, passou por uma experiência semelhante 86 anos mais tarde, quando prestava serviço militar na RAF', em Kamilla, na Índia, próximo da fronteira com a Birmânia. Spencer, quando falava na BBC Radio 4 em Abril de 1975, depois de escutar o relato de outro ouvinte a descrever a sua experiência com a chuva de peixes, disse que sempre adorara ir tomar banho debaixo da chuva das monções. Certa vez, encontrava-se ele nu em pleno ritual, quando «começou a ser atingido por objectos e, ao olhar em volta, viu miríades de pequenas formas a contorcer-se no chão e milhares a serem arrastadas pela água que caía dos telhados e corria ao longo dos regos, até aos arrozais. Eram peixes pequenos, do tamanho de sardinhas. Escusado será dizer que, pouco depois do temporal passar, não restava nenhum. A bicharada que pululava por ali chamara-lhes um figo.»

Há relatos vindos de todo o lado, porém, não se conhece nenhum estudo disponível com todos eles reunidos. Parece, no entanto, que as chuvadas de rãs e sapos são mais abundantes do que as de peixes. O Dr. E. W. Grudger, do Museu de História Natural dos Estados Unidos da América, por exemplo, recolheu informações e encontrou apenas setenta e oito relatos. Dezassete destes tiveram lugar nos Estados Unidos da América, treze na Índia, onze na Alemanha, nove na Escócia, sete na Austrália e cinco em Inglaterra e no Canadá. Gilbert Whitley, no entanto, ao estudar os dados existentes no Museu da Australásia, registou mais de cinquenta chuvas de peixes só na Australásia, ocorridas entre 1879 e 1971.

Uma das primeiras referências a uma queda de peixes do céu pode ser encontrada no Deipnosophistai, um texto grego antigo, compilado em finais de segundo século a. C. por Athenaeus. Estes fragmentos, retirados dos registos de cerca de oitocentos escribas, contêm o seguinte relato: «[...] Sei que também choveram peixes. Em todo o caso, Phoenias, no segundo livro do seu Eresiam Magistrates, afirma que em Chersonesus, certa vez os peixes caíram ininterruptamente durante três dias, e Phylarchus, no seu quarto livro, diz que era frequente as pessoas verem cair peixes do céu.»

O primeiro caso conhecido em Inglaterra teve lugar em Kent, em 1666, e foi referido no Philosophical Transactions publicado em 1698. No entanto, apesar da abundância de relatos autenticados e fiáveis sobre a ocorrência de quedas de peixes do céu, ainda ninguém explicou convincentemente o «porquê» de tais acontecimentos. Uma das sugestões mais plausíveis é a de serem provocados por tornados, trombas-d'água ou tufões que ergam água contendo peixes até ao alto, formando uma nuvem cerrada que depois é empurrada para terra. 

Outras explicações incluem a hipótese de o fenómeno ser causado pela «migração de peixes sobre terra», de aves que se alimentam de peixe vomitarem ou deixarem cair o seu alimento, de o peixe ficar retido em poças de água derivadas de cheias ocorridas em lagos ou rios e de o peixe que ficou a hibernar enterrado na lama voltar à vida, devido à chuva. Estas possibilidades, porém, não justificam a variedade de relatos oculares, a série de espécies encontradas no mesmo local, os vários tipos de terreno onde os peixes caíram e as enormes quantidades por vezes registadas. E, mesmo que existam casos bem documentados sobre tornados e trombas-d'água transportando peixes, esta explicação é insuficiente para abranger todos eles.

É certo que os furacões, tornados e trombas-d'água fazem grandes estragos e tendem a levar tudo o que estiver no seu caminho pelos ares, espalhando-o em várias direcções. Porém, este facto entra nitidamente em contradição com a grande maioria das chuvas de peixes. No caso da montanha de Ash, por exemplo, esse fenómeno manifestou-se apenas numa área de setenta e três metros por onze e, no caso de Kent, em 1666, consta que os peixes caíram apenas num determinado terreno e não nos circundantes. A maioria destas ocorrências parece, com efeito, registar-se de acordo com este padrão localizado. Aquele que se pode considerar, talvez, o exemplo mais extremo destas chuvas circunscritas de peixes foi o que teve lugar em Calcutá a 20 de Setembro de 1839. Uma testemunha ocular relatou: «O que me pareceu mais esquisito foi ver que os peixes não caíam a esmo, por todo o lado... mas sim numa estranha linha que não teria mais do que um cúbito (medida antiga com base no comprimento do antebraço).»

Os furacões, como se sabe, movem-se continuamente e existem inúmeras provas de que as quedas de peixes duraram muito mais tempo do que seria possível se fossem provocadas por este fenómeno. A torrente de muitas centenas de enguias-de-areia que se abateu sobre Hendon, nos arredores de Sunderland, a noroeste de Inglaterra, a 24 de Agosto de 1918, é um desses casos. A. Meek, biólogo marinho, afirmou ter assistido a um desses fenómenos, o qual durou uns bons dez minutos e se confinou a determinada área. Mas, mesmo que alguns furacões retrocedam pelo mesmo caminho, algumas das chuvas de peixes ocorreram numa sucessão tão rápida que teria sido impossível associá-las a um único furacão. John Lewis, na montanha Ash, por exemplo, testemunhou «duas chuvadas com um intervalo de dez minutos, tendo cada uma durado cerca de dois minutos».

Tudo indica que a duração das quedas de peixes transportados pelo ar varia consideravelmente. Em alguns relatos, os peixes estavam vivos e revolviam-se no chão, noutros, foram encontrados mortos, embora frescos e comestíveis. Custa a acreditar que estas criaturas tenham tombado no chão sem que tal lhes custasse a vida, mas o certo é que, segundo os indícios, mesmo os espécimes que morreram não foram vitimados pela queda. Mais intrigantes ainda são as chuvas de peixes mortos. Na Índia, em duas ocasiões, uma em Futte-poor, em 1833, e outra em Allahabad, em 1836, os peixes que caíram do céu não só estavam mortos como também secos. No primeiro caso, o número de espécimes registados foi três a quatro mil, todos da mesma espécie. É difícil imaginar como é que um furacão manteve no ar tanto peixe durante o tempo suficiente para secarem. No entanto, apesar da enorme publicidade feita pela imprensa indiana na altura, não apareceu ninguém a declarar que vira um furacão arrebanhar um valioso amontoado de peixe seco!

Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited
Círculo de Leitores

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Segredos da NASA - Episódio 2

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Mistérios Bizarros - Pés trazidos pelo oceano


Durante mais de quatro anos, pelo menos 11 pés humanos foram trazidos pelo mar para a costa da cidade de British Columbia, a oeste do Canadá. Os pés, ainda com calçados, apareceram nas praias da região conhecida como Georgia Basin. Intrigante também é o facto de a maioria serem pés esquerdos.

Brincadeira de mau gosto? Processos estranhos de decomposição de corpos de pessoas afogadas? Enquanto os pés flutuam, as teorias afundam.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Mistérios - O Incidente de Tunguska


Tunguska é uma região da Sibéria Central (Coordenadas GPS – Latitude / Longitude: 60°53’5.10″N, 101°53’10.53″E) onde, às 7h15 da manhã de 30 de junho de 1908, houve uma gigantesca explosão após um raio gigantesco (bola de fogo, em algumas versões) ser visto atravessando o céu. Não foram encontrados vestígios de meteorito ou explosão nuclear, causando uma onda de impacto que devastou toda a região do Lago Baikal (Coordenadas: 53°23’48.06″N, 108°16’45.01″E), afetando em menor grau todo o norte da Europa. Este evento recebeu o nome desta região, evento de Tunguska.

Na manhã de 30 de junho de 1908, o fazendeiro S. B. Semionov estava sentado na varanda de sua casa, no isolado posto comercial de Vanavara, Sibéria, 750 quilômetros a noroeste do lago Baikal. Eram apenas sete e quinze da manhã, mas o dia já estava bem claro, pois no verão o sol nasce cedo nessa latitude setentrional. Próximo dali, o vizinho de Semiónov, P. P. Kossalopov, estava arrancando pregos de uma janela. Nenhum deles poderia fazer idéia do drama que estavam prestes a presenciar. Um pouco adiante, as árvores entortadas como simples gravetos. Subitamente, Semiónov alarmou-se ao ver, do lado noroeste, uma enorme raio gigantesco/bola de fogo que “cobria grande parte do céu”. O fazendeiro contorceu-se de dor, pois o calor emitido parecia estar queimando sua camisa. O vizinho Kossalopov largou o alicate que estivera usando e levou as mãos às orelhas, que pareciam estar em brasa. Primeiro olhou para o telhado de sua casa, com medo de que estivesse em chamas, depois virou-se para Semiónov. “Você viu alguma coisa?”, perguntou Kossalopov. “Como poderia não ter visto?”, respondeu o apavorado Semiónov, ainda sentindo as queimaduras.
Alguns segundos depois, a cegante bola de fogo/ raio gigantesco , de um azul brilhante, arrastando uma coluna de poeira, explodiu 65 quilômetros adiante, com tal força que derrubou Semiónov de sua varanda, deixando-o inconsciente por alguns segundos. Recuperando-se, ele pôde sentir tremores de terra que sacudiam a casa toda, arrancando a porta do celeiro e quebrando vidraças. Na casa de Kossalopov, caiu terra do teto. Ruídos de trovão enchiam o ar. A grande “bola de fogo” siberiana de 1908 foi um acontecimento tão excepcional que provocou uma controvérsia que dura até os dias de hoje. As explicações dadas para o fato atingem o domínio do bizarro, incluindo a hipótese extraordinária de ter sido causada por nada menos que a aterrissagem forçada de uma nave espacial nuclear, talvez mesmo de origem extraterrestre.

Próximo do ponto zero, ao norte de Vanavara, inúmeros nativos foram atirados ao ar pela violenta explosão, e suas tendas, carregadas por um forte vento. Ao redor deles, a floresta começou a arder. Ao inspecionar cautelosamente o local da explosão, os atordoados tunguses encontraram terríveis cenas de devastação. Árvores haviam sido derrubadas como palitos de fósforos numa área de 30 quilômetros em torno. O intenso calor fundira objetos metálicos, destruíra depósitos e queimara muitas renas, matando-as. Nenhum animal da área sobreviveu, mas, milagrosamente, nenhum ser humano foi morto. Houve também relatos de uma misteriosa “chuva negra”. Os efeitos da explosão de Tunguska foram ouvidos e sentidos a 1000 quilômetros ao seu redor. Testemunhas do distrito de Kansk, a 600 quilômetros dali, disseram que alguns pescadores foram atirados ao rio e cavalos foram derrubados por ondas de impacto, enquanto as casas tremiam e objetos caíam das prateleiras. O condutor do trem expresso Transiberiano parou a composição com medo de um descarrilamento, quando os vagões e a locomotiva começaram a tremer. Outros efeitos foram notados pelo mundo inteiro, mas sua causa permaneceu desconhecida por muito tempo, pois as notícias sobre a bola de fogo e a explosão foram pouco difundidas durante muitos anos.
Ondas sísmicas como as de um terremoto foram registradas em toda a Europa, assim como perturbações no campo magnético da Terra. Os meteorologistas notaram que ondas de choque atmosférico da explosão circularam a Terra duas vezes. Calcula-se que a explosão de Tunguska foi equivalente a 500 bombas atômicas como a de Hiroshima, arrasando 2.200 quilômetros quadrados de florestas.
Mais tarde foi descoberto que no dia anterior ao incidente, Teslas havia testado sua teoria sobre ser possível transmitir eletricidade pelo ar, através da sua enorme antena construída para o experimento, invento que ficou conhecido como “Raio da Morte” após as suspeitas de que Teslas tenha sido o responsável pelo evento de Tunguska. Essa tecnologia foi comprada pela a empresa JP Morgan e hoje pertence aos EUA, o que leva a suspeita do Projeto Haarp ser o fruto da imaginação de Teslas….mas isso já é outra história!

Informação retirada daqui

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Música para a paz espiritual

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Quando os peixes caíram do céu como chuva - parte 1


Durante séculos, verificaram-se incidentes  ocasionais relativos à queda de grandes  quantidades de peixe do céu. Este estranho  fenómeno mundial é uma das bizarrias da  Natureza para as quais menos explicações existem.

Em 28 de Maio de 1984, o construtor Edward Rodmell e o filho ficaram atónitos ao verificar que «chovera peixe» na casa que andavam a renovar no burgo de Newham, em Londres. Havia solhas por tudo quanto era sítio: no pátio, no telhado e na sarjeta. Algum tempo depois, a 7 de Junho, um homem que vivia perto encontrou à volta de trinta peixes no seu jardim.

Estes acontecimentos, por muito extraordinários que possam parecer, ocorreram em várias ocasiões. Em Fevereiro de 1861, por exemplo, a ilha de Singapura foi abalada por um violento terramoto. Nos seis dias seguintes choveu torrencialmente. Depois, mais para o final desse ano, após uma derradeira carga de água arrasadora, parou de chover. François de Castelnau, naturista francês que vivia na ilha, relatou, na Academia de Ciências de Paris, o que aconteceu a seguir: «Eram dez da manhã e o Sol já ia alto quando vi, da janela do meu quarto, uma multidão de malaios e chineses a encher cestos com peixes que apanhavam das poças de água que cobriam o chão. Ao perguntar-lhes de onde viera tanto peixe, responderam que tinham caído do céu. Três dias mais tarde, depois de as poças secarem, encontrámos grande quantidade de peixes mortos.»

Embora Castelnau não tenha testemunhado pessoalmente a chuva de peixes, ficou convencido de que estes tinham caído do céu. O Dr. A. D. Bajkov, um biólogo marinho americano, teve mais sorte. No dia 24 de Outubro de 1947, tomava ele o pequeno-almoço com a esposa num café em Marksville, na Luisiana, Estados Unidos da América, quando, depois de uma chuvada repentina, reparou que havia peixe espalhado nas ruas: «Eram rolins, robalos de olhos salientes e percas pretas, que chegavam a ter vinte e três centímetros de comprimento.» Encontraram mais peixes no telhado das casas, frios e mortos, mas, não obstante, ainda aptos para consumo.

Estes relatos não se podem considerar, por si só, muito fiáveis. Grande parte das provas relacionadas com a queda de peixes do céu é circunstancial: peixes que são encontrados, normalmente, depois de chuvadas intensas, em lugares ou superfícies onde, antes, não havia sinais deles. Porém, também há relatos de testemunhas. Um dos casos mais verosímeis ocorreu na montanha Ash, em Glamorganshire, no País de Gales, em 1859. Robert Schadwald, num artigo publicado no Fortean Times, corria o Outono de 1979, declarou, baseado no relato de testemunhas publicado na altura, que o fenómeno tivera lugar a 9 de Fevereiro de 1859.

John Lewis, madeireiro numa serração na montanha Ash, apanhou um grande susto quando, eram onze da manhã, foi fustigado por uma saraivada de pequenos objectos que caíam do céu. «Ao meter a mão dentro da camisa, fiquei admiradíssimo por ver que eram peixes pequenos. A seguir reparei que o chão estava todo co¬berto deles. Saltavam por todo o lado... Sobre o barra¬cão eram aos montes... Os meus colegas e eu apanhá¬mo-los, às mancheias, para dentro de cestas. Tinham caído dois aguaceiros... O vento não era forte, mas havia demasiada humidade... Aquilo veio tudo com a chuva...»

Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited
Círculo de Leitores

domingo, 3 de janeiro de 2016

Segredos da NASA - Episódio 1

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Mistérios Bizarros - Doença do meteoro


No dia 15 de setembro de 2007, a vila de Carancas no Peru, próxima da fronteira da Bolívia, foi atingida por um meteorito que formou uma cratera de 4,5 metros de profundidade e 13 metros de largura. Dela, água a ferver começou a sair, libertando gases nocivos, que deixaram os residentes da vila a sofrer de doenças inexplicáveis com vários sintomas.

Uma das teorias é que houve uma mistura da água subterrânea do local, que teria arsénio, com rochas que tinham enxofre e com as próprias substâncias do meteorito: uma combinação de gases que teria envenenado as pessoas.
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